Morre o desportista Artênio Campos

Artênio tinha 62 anos e aparentemente não tinha problemas cardíacos.
Foto: Redes Sociais,

Morreu hoje, nas primeiras horas da manhã, o desportista Artênio Campos, vítima de um mal súbito no banheiro, às 5 horas da manhã. 

Artêmio era oriundo do bairro das Quintas, da tradicional rua Nações Unidas.

O conheci em 1991, quando fui servi no Grupamento de Fuzileiros Navais e vim morar nas Quintas. Jogamos juntos no Bonsucesso de Néo Marques, o folclórico Né. 

Artênio era casado com Bezinha e pai de duas filhas. 

Atualmente ele jogava como associado do CEPE/Natal, era do time Pytu e muito querido por todos do clube. Era o "rei da resenha", contador de "causos", cantor de seresta e um surpreendente tocador de violão. Era a figura que alegrava o "terceiro tempo". 

"Jogamos juntos em diversas equipes, dentro e fora do CEPE (contra e a favor), seleções da PETROBRAS e seleções do CEPE e ele sempre foi um atleta altamente comprometido, dentro de campo, no banco de reservas e no 3° tempo", disse um amigo de time. 

Fica a saudade e certamente, a cada pelada ou jogo no CEPE, a lembrança do grande guerreiro Artênio estará na memória de cada um. Vá com Deus, meu irmão!

Em tempo: no CEPE, somos obrigados a apresentar laudo médico, de um cardiologista, atestando nossa condição cardiológica para praticar atividades físicas. Artênio estava em dia com seus exames. 

Apreciador de uma boa cerveja, Artênio era sinônimo de alegria pós-jogo. 
Depois dos jogos, o "terceiro tempo" no bar do clube era certo. 

Não tinha tempo ruim. Chamou pra pelada, jogo ou barca, Artênio chegava.









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